quinta-feira, 10 de maio de 2012

Veja quatro dicas para lidar com os desafios de TI

Profissionais explicam como resolveram desafios de virtualização de desktops, de redes de comunicação sem fios, ou simplesmente problemas de desempenho de rede

Um grupo profissionais explica três estratégias para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Avaliar o software em termos de vulnerabilidades antes de o comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas, e fazer mudanças de forma frugal são as suas recomendações.

Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades
É  a filosofia adotada na Universidade de West Virginia: a instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.

“Faz parte do processo de contratação”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.

Jalso diz que o processo de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como este é propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar qualquer questão que possa surgir.

A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usado pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações Web desenvolvidas internamente antes de elas entrarem em produção.

Qual é a importância deste aspecto? Jalso diz que tenta antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.

Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FERPA). A universidade considera que não é pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem o é fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.

Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas
Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio, para alunos e professores.

Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos a usá-la aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, o firewall Astaro e o serviço da Comcast “não estavam funcionando bem juntos”, explica Elliott. Segundo este responsável, a configuração de firewall, baseada num “proxy”, foi um importante fator para a queda de desempenho.

Contudo o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede estava descaindo e em junho, a rede sem fio começou a ter desempenhos muito fracos e “no departamento de TI, estávamos sendo bombardeados com telefonemas”, conta.

O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o verão, atualizando a largura de banda e adotando uma firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças na natureza de acesso à rede da escola para suportar os acessos por dispositivos móveis.

Outro caso, na Columbia Grammar and Preparatory School, em  Nova Iorque, a equipe de TI geria cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple. Por isso, mudou para servidores Windows, durante o verão passado, obtendo melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, codiretor de tecnologia da escola.

Embora seja um auto-proclamado fã dos Mac, em uma “escola Mac”, isso não o impediu de experimentar uma alternativa aos servidores da Apple.

Corrigir ligeiramente
Como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.

Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas e outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS para executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.

Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, havia indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais  quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, simultaneamente, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.

A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista econômico.

No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware – onde os problemas são discutidos e, sim, os fabricantes mostram os seus produtos – Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para otimizar as capacidades de leitura e registo que resolveu o problema.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/05/07/veja-quatro-dicas-para-lidar-com-os-desafios-de-ti/


Sua empresa tem infraestrutura disponível?

Analistas do instituto Forrester dão dica de como analisar o impacto da queda de sistemas críticos e recomendam medidas para evitar que eles fiquem fora do ar, trazendo prejuízo aos negócios.

Imagine que você trabalha no departamento de infraestrutura e operações de uma empresa de distribuição que mantém um braço de e-commerce muito forte na web e acontece falha em momento de alto pico de vendas. Sua companhia pode não apenas perder dinheiro mas ter a imagem arranhada.

Enquanto sua equipe tenta encontrar uma solução, o seu site de e-commerce, que gera dezenas de milhares de reais receita, exibe uma mensagem de erro para todos os seus clientes potenciais. Com as redes sociais em ebulição, em questão de segundos esse problema pode cair no Facebook, Twitter ou em outras mídias dociais. Para piorar a situação, hoje não é um dia normal, mas a data de maior volume de negócios do ano, como acontece em períodos como Dia das Mães, Natal etc.

Este cenário de pesadelo é um exemplo extremo do que sua empresa pode experimentar com a indisponibilidade de serviço no pior momento possível. Nunca é uma boa hora para a queda de sistemas de negócios, mesmo em paradas planejadas. Hoje com empresas globais, funcionando em horários diferentes, a TI muitas vezes tem que funcionar 24 horas aos sete dias da semana, dependendo da atividade.

É por essa razão que as empresas estão cada vez mais construindo sistemas de negócios e infraestrutura que estejam sempre disponíveis para evitar quedas. Porém, não existe um botão mágico que permita isso. Os processo são complexos e demorados. Eles exigem planejamento e dsenvolvimento de uma estratégia para encontrar o local perfeito, que garanta que seus serviços funcionem 24 horas por dia, 365 dias por ano.

A Computerworld da Espanha traçou algumas dicas em conjunto com o instituto Forrester para ajudar a reduzir o impacto de quedas bruscas. Veja a seguir:

1- Entenda os custos da indisponibilidade de serviços críticos
A maioria das empresas não sabe calcular quanto custa para os negócios a queda de sistemas críticos. Estimar o impacto de uma interrupção, contabilizar prejuízos com perda da reputação e retenção de clientes pode ser uma tarefa assustadora. É preciso saber colocar na ponta do lápis a receita que a empresa deixará de ganhar e todas as possíveis perdas, com adoção de medidas que assegurem que a situação não se repetirá.

Lembre-se que o cálculo do impacto varia de empresa para empresa. Ou seja o custo de downtime muda de negócio para negócio. No exemplo acima, é preciso saber quantos clientes potenciais deixaram de comrpar e em que hora o acidente aconteceu. Em que momento do dia o serviço ficou fora do ar e por quanto tempo. Uma interrupução ao meio dia tem um custo diferente de uma queda às 3 da manhã, dependendo da atividade da companhia.

2- Análise toda a infraestrutura
Não se deve reduzir a ordem de armazenamento ou outro componente de qualquer estrutura de TI. A percepção holística geralmente é a correto. É importante considerar e calcular o tempo de toda a infraestrutura e sempre procurar soluções para os problemas de negócios de ponta a ponta.

3- Combinação entre objetivos de negócio e de TI
Uma vez que você calculou o custo de inatividade e mudou a abordagem da análise da infraestrutura, avaliando de ponta a ponta, o próximo passo é selecionar as tecnologias adequadas para suportar os serviços críticos.

Atualmente, há muitas ferramentas que podem apoiar nesse processo, como arquiteturas específicas para reiniciar rapidamente as máquinas virtuais, monitoramento remoto de equipamentos ou de serviços baseados em nuvem e deduplicação.

A parte mais difícil é encontrar uma abordagem que case com seus objetivos de disponibilidade e que também coincida com o que a empresa está disposta a pagar para proteger sistemas críticos. Há ainda a opção de terceirizar a infraestrutura com um data center, contratar sites backups e ter um plano de continuidade de negócios, para que a operação volte em menor tempo possível.

4 – Disponibilidade 100% é quase impossível
O objetivo das empresas não deve atingir 100% de disponibilidade de todos os seus sistemas de negócios, mas apenas para as aplicações críticas. Apesar ter muitas empresas que estão perto de atingir essa meta, a manutenção da infraestrutura disponível o tempo todo é praticamente impossível. Muitas coisas podem dar errado com infraestrutura e aplicações. Podem acontecer desastres naturais, erro humana ou até mesmo manutenção mal planejada.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2012/05/09/sua-empresa-tem-infraestrutura-disponivel/


TIM Brasil reage à acusação de fraude em chips

Em comunicado oficial, publicado nesta quarta-feira, 09/05, no jornal O Globo, a operadora diz que 'é absolutamente falsa a afirmação que mantém base elevada de usuários através de depósitos de R$ 0,01 em chip pré-pago", como informa reportagem do veículo, divulgada nesta terça-feira, 08/05.

De acordo com o comunicado, a TIM informa que 'respeita os princípios de desconexões regulados pela Agência Nacional de Telecomunicações em garantia do usuário, restando à operadora o ônus de pagamento da taxa Fistel devido por cada linha ativa".

A reportagem do jornal O Globo diz que a TIM Brasil estaria sofrendo uma auditoria externa e manifesta o desagravo de acionistas minoritários que pensam em entrar na justiça, caso se constate que tenha havido, também no Brasil, manipulação com a base de clientes da operadora, a exemplo do que apontam as investigações de fraude durante o período que Luca Luciani foi diretor de marketing da TIM na Italia, que estão sendo realizadas pela procuradoria de Milão, e que culminaram na renúncia do executivo aos cargos que ocupava.

Ainda no comunicado, a TIM informa que a sua estratégia da substituição do fixo-móvel segue sendo tocada e revela otimismo com a chegada do 4G no mercado brasileiro. O comando da TIM Brasil será ocupado por Andrea Mangoni, diretor financeiro da Telecom Italia.

A subsidiária brasileira, informa ainda a matéria do Jornal O Globo, está passando por uma auditoria externa - confirmada pela tele. Segundo a TIM, “neste momento há equipe de auditores externos trabalhando como parte das rotinas de controle interno da empresa”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=30362&sid=8


Cobertura 3G: Oi e TIM devem municípios à Anatel

O leilão 4G está à porta, mas as teles ainda correm para cumprir as metas estabelecidas na venda das frequências da Terceira Geração.

Ao final de abril, quando terminou o prazo dado pela Anatel às operadoras para atenderem com 3G as localidades que, em 2006, tinham mais de 200 mil habitantes - cerca de 130 localidades - as duas teles tinham ainda que acertar contas com a agência reguladora. Vivo e Claro cumpriram as determinações, de acordo com dados divulgados pelo portal Teleco.

De acordo com levantamento, a Oi é a operadora que ficou com mais cidades por cumprir - 24 localidades. São elas: Arapiraca-AL, Macapá-AP, Ilhéus-BA, Itabuna-BA, Vitória da Conquista-BA, Caucaia-CE, Juazeiro do Norte-CE, Cariacica-ES, Serra-ES, Aparecida de Goiânia-GO, Montes Claros-MG, Ribeirão das Neves-MG, Marabá-PA, Santarém-PA, Caruaru-PE, Paulista-PE, Petrolina-PE, Colombo-PR, Embu-SP, Franca-SP, Hortolândia-SP, Itapevi-SP, Mauá-SP e Sumaré-SP.

A TIM também deixou de cumprir em três municípios - Ipatinga-MG, Santarém-PA e Santa Maria-RS. Já a Claro e a Vivo - que têm as maiores coberturas 3G do país - cumpriram, segundo o Teleco, as suas obrigações. Até março, a cobertura 3G estava presente em 2.883 municípios do país.

A oferta dos serviços 3G será um dos temas da Rio Wireless 2012, evento que acontece nos dias 21 e 22 de maio, no Rio de Janeiro. No dia 21, haverá um painel - Planos de Banda Larga na América Latina - Impulsionando o Acesso ao Desenvolvimento - onde a cobertura 3G e a oferta da banda larga móvel será analisada como fonte de evolução econômica e social.

Participam do painel Vinícius Caetano, da Pyramid Research, Artur Coimbra de Oliveira, diretor de banda larga do Minicom e Eduardo Levy, do Sinditelebrasil. Para maiores informações sobre a Rio Wireless, acesse: www.riowireless.com.br

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=30336&sid=8


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Aplicações móveis forçam empresas a comprar smartphones

Apesar de ainda resistirem a ideia de prover os dispositivos móveis para seus funcionários, muitas companhias já estão comprando smartphones como ferramenta de trabalho. Segundo estudo, em 2012, serão vendidos cerca de 32,9 milhões de terminais para empresas, um incremento de 6,1 milhões em relação a 2011.

Levantamento, realizado pela consultoria Ovum, mostra que a preferência do consumidor final não é replicável no mundo empresarial. Nas empresas, o Blackberry, da RIM, respira, ganha fôlego e mantém a liderança de vendas. Tanto que deve terminar o ano com 12 milhões de unidades vendidas para corporações. O iPhone, da Apple, não figura entre os favoritos. Mas o reinado do Blackberry pode se ameaçado. Isso porque para 2013, há uma expectativa de um rápido crescimento dos terminais com Windows Phone.

O risco pela segurança de dados é o grande responsável pelo temor das empresas em adotar smartphones no dia-a-dia, mas há uma forte pressão por parte dos usuários e da própria competição no mundo dos negócios para uma mudança de rumo, aponta a Ovum. E muitas companhias já definem políticas de uso e impõem novas tarefas para os gestores de TI.

Não à toa, a previsão da Ovum é de que em 2016 o mercado de smartphones corporativos terá chegado a 54 milhões de unidades, o que representaria aproximadamente 8,5% do total global desses dispositivos. A Europa e a América do Norte serão as com mais sucesso nessa estratégia alcançando uma base de 27 milhões e 20 milhões respectivamente.

Na 12ª edição da Rio Wireless, evento que acontece nos dias 21 e 22 de maio, no Rio de Janeiro, o uso empresarial dos dispositivos móveis estará em debate. Painel, programado para o dia 22 de maio, discutirá, exatamente, a "Perspectiva Empresarial de Novos Modelos de Negócio". Participam do painel, Vinícius Caetano, Senior Analyst, Pyramid Research, Wilton Itaiguara G. Mota - Superintendente SUPSI - SERPRO, Ricardo de Oliveira, Presidente – IPLAN-RIO e Rodrigo Assumpção, presidente da Dataprev. Para maiores informações, acesse: www.riowireless.com.br

Telefónica lança app para mensagens gratuitas

A aplicação está disponível na Espanha

A Telefónica lançou uma aplicação para smartphone que permite que o cliente dispare mensagens instantâneas, fotos e video além de falar de graça com seus amigos que usam o mesmo app. O TU Me foi desenvolvido pela Telefónica Digital, a unidade de inovação da carrier, criada em setembro de 2010.

O app está, no momento, disponível apenas para os iPhones da Apple, mas será lançado em breve também para o smartphone com Android do Google. A aplicação pode ser  baixada de graça.

O movimento da operadora espanhola é uma resposta aos populares sistemas over the top como o iMessagem da Apple, ou o BBM da Blackberry, ou mesmo as aplicaçoes do Facebook. Analistas estimam que estes sistemas conquistaram milhares de usuários em todo o mundo e custaram às operadoras de telecom bilhões de dólares de receitas, pois canibalizaram seus tradicionais sistemas de voz e de torpedos.

Para Stephen Shurrock, diretor comercial da Telefónica Digital, afirmou que a empresa não teme um grande impacto negativo em suas receitas por causa desta nova aplicação.

Fonte: http://www.telesintese.com.br/index.php/plantao/19246-telefonica-lanca-app-para-mensagens-gratuitas


Novo presidente da TIM integra o Comitê de Controle Interno na operadora

Andrea Mangoni participa, desde 2010, do comitê de governança corporativa da TIM Participações S.A.
O novo presidente da TIM, Andrea Mangoni, não é apenas o diretor financeiro da Telecom Italia naquele país. Foi guindado ao cargo máximo da TIM Brasil porque conhece a operadora brasileira desde 2010, quando assumiu o cargo de diretor no Comitê de Governança Corporativa e Controle Interno da TIM Participações S.A.

Fontes do mercado informam que ele teve um papel importante para resolver a difícil situação enfrentada pela operadora italiana na Argentina, quando o governo de Cristina Kirchner pressionou para que a italiana vendesse sua participação na operadora Telecom Argentina para um grupo de investidores argentinos.

A agência antitruste argentina argumentava que a Telecom Italia teria que vender sua participação porque a Telefônica ingressara em seu capital na Itália, o que iria gerar monopólio na argentina, já que a outra empresa que atua naquele país é controlada pela espanhola.

Segundo as fontes, as negociações conduzidas por Magoni é que permitiram que esta ameaça fosse revertida depois de um ano de duras acusações de parte a parte entre os sócios. A Telecom Italia acabou fazendo acordo com o grupo argentino Werthein Group e aumentou sua participação na holding Sofora, que controla a Telecom Argentina, de 50% para 58%, com os argentinos diminuindo a sua participação para 42%.

A Sofora possui 100% da controlada Nortel Inversora, que possui 54,74% da operadora argentina. A Nortel  é dividida entre Telecom Italia, com 58%,  Werthein Group, com 42%, e France Télécom com 2%. Os minoritários possuem 41,5% das ações e os empregados outros 4,21%.

Segundo informações publicadas hoje pelo jornal O Globo, a TIM Brasil estaria sofrendo uma auditoria externa, informação que é confirmada pela assessoria de imprensa ao jornal, que afirma que “neste momento há equipe de auditores externos trabalhando como parte das rotinas de controle interno da empresa”.

Ainda segundo o jornal, alguns acionistas minoritários da TIM pensam em entrar na justiça, caso se constate que tenha havido, também no Brasil, manipulação com a base de clientes da operadora, a exemplo do que apontam as investigações de fraude durante o período que Luca Luciani foi diretor de marketing da TIM na Italia, que estão sendo realizadas pela procuradoria de Milão. Luciani deixou a presidência da TIM Brasil na semana passada e também renunciou às demais posições que ocupava no grupo.

Fonte: http://www.telesintese.com.br/index.php/plantao/19244-novo-presidente-da-tim-integra-o-comite-de-controle-interno-na-operadora


Anatel publica nova norma sobre uso de rede fixa

A Anatel publicou nesta quarta-feira (9) no Diário Oficial da União o regulamento sobre remuneração pelo uso de redes de prestadoras de telefonia fixa. A Agência fica responsável por determinar os valores máximos pagos por outras operadoras pelo uso da rede de terceiros. Aprovada na semana passada, a nova norma tem como objetivo ampliar a competição e eliminar distorções do mercado.

Critérios para uso das redes de operadoras com poder de mercado significativo (PMS) também são estabelecidos pelo regulamento, que entra em vigor em 90 dias a partir da data de publicação.

Os valores serão recalculados a cada três anos. Entre esse período o reajuste será calculado considerando o Índice de Serviços de Telecomunicações (IST). No entanto, esses valores não podem ser reajustados em um período menor que 12 meses.

Fonte: http://ipnews.com.br/telefoniaip/politica/categorias-de-politica/regulamentacao/24223-anatel-publica-nova-norma-sobre-uso-de-rede-fixa.html


Nokia lança no Brasil smartphone Asha 302

A Nokia lançou no Brasil o Asha 302, primeiro aparelho S40 compatível com Mail for Exchange, oferecendo acesso aos e-mails e contatos corporativos por meio do cadastramento da conta de um servidor Exchange.

Pesando menos de 100 gramas, o Asha 302 conta com câmera de 3.2 megapixels, processador de 1 GHz e Internet com opções para conexão de 3,5 G (HSPA) ou Wi-Fi. Além disso, o Asha 302 se conecta facilmente às redes sociais, com integração de Facebook e Twitter, e permite acesso à loja de aplicativos da Nokia.

O Asha 302 já está disponível para venda nas lojas da Nokia e varejo, pelo preço sugerido de R$ 379.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/09/05/2012/nokia-lanca-no-brasil-smartphone-asha-302/276458/news.aspx





GSMA recebe aporte de US$ 9,8 milhões para o Programa Dinheiro Móvel

A GSMA, associação que representa os interesses das operadoras de serviços móveis de todo o mundo, anunciou, nesta quarta-feira, 9, que recebeu US$ 9,8 milhões adicionais da Fundação Bill & Melinda Gates, da Fundação Mastercard e da Omidyar Network para continuar com o Programa Dinheiro Móvel para Pessoas Sem Acesso a Serviços Bancários (MMU - Mobile Money for the Unbanked) por um período de três anos até 2015.

Os principais objetivos do programa MMU são dar apoio às operadoras de redes móveis para identificar, criar e compartilhar as melhores práticas sobre como dimensionar implementações de serviços de dinheiro móvel que sirvam de modo sustentável os clientes sem acesso a serviços bancários; avaliar e promover mecanismos para mobilização de economias de escala por todo o ecossistema dos serviços de dinheiro móvel; e equipar as operadoras de serviços móveis para defenderem com sucesso e definirem ambientes regulamentares que as permitam contribuir de forma sustentável para com a inclusão financeira.

PesquisaA GSMA também anunciou os resultados da Pesquisa Global sobre a Adoção do Serviço de Dinheiro Móvel de 2011, da qual participaram 52 provedores de serviços de mobile money em 35 países. Segundo o levantamento, em junho de 2011, 60 milhões de clientes estavam registrados para os serviços de dinheiro móvel; e 3 dos 8 serviços de crescimento mais rápido identificados pela pesquisa são oferecidos por operadoras com menos de 25% de participação no mercado móvel em seus países.

Cerca de 142 milhões de transações foram processadas e, destas, 29,8 milhões foram transferências de pessoa para pessoa (P2P), pagamentos de contas e pagamentos em volume. Sessenta e oito por cento de transações funcionais processadas (como transferências P2P, pagamentos de contas, pagamentos em volume e compras de créditos) foram recargas de créditos, com 27% dos pagamentos sendo transferências P2P, fazendo deste o tipo de transação de pagamento mais comum.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/09/05/2012/gsma-recebe-aporte-de-us-9-8-milhoes-para-o-programa-dinheiro-movel/276477/news.aspx


Lançada versão do Twitpic para iPhone

O Twitpic, programa de compartilhamento de fotos do Twitter, anunciou o lançamento de sua versão para iOS. Trata-se de uma tentativa do serviço de retomar o espaço perdido pela concorrência com outros populares serviços de fotos, como o Photobucket e o Instagram.

A nova versão do app permite a edição de fotos, o ajustamento do brilho e das cores e a adição de filtros, em um estilo bastante semelhante ao do Instagram. Outra feature do novo app é a possibilidade de fazer a recompilação de todas as imagens já postadas no Twitpic (incluindo contagem de views, comentários e outras infos relativas às fotos). Há também uma timeline que permite acompanhar as imagens postadas no Twitpic pelos seus seguidores no Twitter.

Criado em 2008, o Twitpic tem atualmente cerca de 35 milhões de usuários. A empresa promete uma versão do aplicativo para Android a ser lançada nos próximos meses.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/08/05/2012/lancada-versao-do-twitpic-para-iphone/276177/news.aspx


Viber ganha versões para BlackBerry e Windows Phone 7

A Viber, plataforma de comunicações móveis que oferece chamadas telefônicas e mensagens de fotos e textos gratuitas utilizando redes de dados, anunciou hoje o lançamento do Viber para BlackBerry Beta e Windows Phone 7 Beta. A empresa, que já opera nas plataformas iOS e Android, tem mais de 69 milhões de usuários registrados, com um crescimento estimado de 200 mil novos usuários por dia.

Tanto o Viber Beta para BlackBerry quanto para Windows Phone 7 oferecem, inicialmente, Viber Messaging, que permite aos usuários trocarem mensagens de fotos e textos e compartilharem localizações com outros usuários Viber.
O Viber se integra com interfaces de dispositivos, identificando instantaneamente contatos existentes que já têm o Viber instalado, evitando que os usuários tenham que passar por um processo de "solicitação de amizade".

As versões para BlackBerry e Windows Phone são beta, ou seja, ainda não contêm todas as funcionalidades do Viber. Segundo a empresa, o lançamento completo para ambas as plataformas será feito tão logo forem alcançados os padrões de qualidade desejados pela empresa. O aplicativo está disponível para download na BlackBerry App World e no Windows Phone Marketplace.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/08/05/2012/viber-ganha-versoes-para-blackberry-e-windows-phone-7/276137/news.aspx




Sem comunicação: Procon afirma que na PB, 80% das reclamações são das operadoras de telefonia móvel

Não é de hoje que a telefonia, em especial a móvel, está entre os serviços mais reclamados ao Procon de João Pessoa. Há pelo menos 80% no topo das reclamações pelo órgão, especificamente da operadora Oi.

 Segundo informações do curador do consumidor, Gualberto Bezerra, os problemas persistem e há perspectivas de acabar o mais cedo possível. "Entramos com um inquérito junto a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o desígnio de resolver esse impasse que vem causando grandes transtornos à população", acrescentou.

As situações se repetem ano a ano. São casos de cobranças indevidas, descumprimento de acordos, atendimento insatisfatório, falta de sinal e cortes nas ligações. “Estamos realizando fiscalizações em todas as operadoras, inclusive requisitamos que os representantes decodifiquem e esclareçam o que significa as consideradas reclamações”, frisou.

“Estamos esperando uma resposta da Anatel para tomarmos as medidas jurídicas adequadas”, lembrou Bezerra.

Com a internet, parte dos problemas são o mesmos, além dos protestos referentes à falta de conexão e baixa qualidade no serviço, que somam grandes números de reclamações.

Fonte: http://www.paraiba.com.br/2012/05/08/15378-procon-afirma-que-80-das-reclamacoes-sao-das-operadoras-de-telefonia-movel


Flexa Ribeiro registra debate da Anatel sobre reversibilidade de bens nos serviços de telefonia

Em pronunciamento nesta terça-feira (8), o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) anunciou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) iniciou uma das discussões mais relevantes para o setor, sobre como gerenciar e aplicar o instituto da reversibilidade de bens prevista nos contratos de concessão do serviço de telefonia fixa.

Flexa Ribeiro explicou que os contratos de telefonia prevêem que, ao seu término, todos os bens considerados imprescindíveis para a prestação do serviço adequado sejam revertidos ao controle da União, que poderá operá-lo diretamente ou por meio de novo contrato de concessão.

O senador lembrou que o conselho diretor da Anatel negou pedido da operadora Vivo para vender parte do complexo predial que abriga a empresa na capital paulista, alegando que o edifício é um bem essencial para a prestação do serviço.

O fato, disse Flexa Ribeiro, é que repentinamente a Anatel percebeu que o assunto não pode esperar, talvez, segundo ele, em razão de pressão do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), que vem exigindo na Justiça a prestação de bens reversíveis, entre eles equipamentos, edifícios e cabos.

Flexa Ribeiro disse que consulta pública tratará da revisão do marco regulatório da radiodifusão, “prometida para este semestre”, embora não se saiba se o governo pretende insistir no modelo ou adotar outra linha.

O parlamentar lembrou de projeto de sua autoria, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 53/10 que, segundo ele, apresenta uma proposta concreta viável e justa para a questão. A matéria, que aguarda designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), aborda não a reversibilidade de bens em si, mas instrumentos que devem ser utilizados para assegurar um serviço cuja oferta compete à União, explicou o senador.

A reversibilidade de bens disse Flexa Ribeiro, pode ser um bom método a ser empregado na concessão de rodovias, mas não em serviços de telefonia, cuja tecnologia se torna obsoleta a cada cinco anos.

Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2012/05/08/flexa-ribeiro-registra-debate-da-anatel-sobre-reversibilidade-de-bens-nos-servicos-de-telefonia





Ministro Paulo Bernardo testa internet e telefonia rural em Realeza

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, realizou teste de cobertura da frequência 450 Mhz de internet e telefonia rural em Realeza. O evento aconteceu na tarde de sexta-feira (04), no Centro Comunitário da Comunidade de São Roque.

A estimativa é que mais de 24 milhões de pessoas em todo o Brasil sejam beneficiadas pelo sistema depois que a tecnologia começar a ser efetivamente implementada. Foram disponibilizados diversos equipamentos para a demonstração de uso da frequência, utilizados pelas diversas pessoas presentes.

Participaram do evento também o secretário de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, o prefeito de Realeza Eduardo André Gaievski, a Deputada Estadual Luciana Rafagnin, o Deputado Federal Zeca Dirceu e os diretores da Oi, João de Deus Pinheiro de Macedo, de Planejamento Executivo, Carlos Alberto Cidade, de Política Regulatória, e Gabriel Ribeiro, de Relações Institucionais da Região Sul, além de autoridades locais e regionais, e mais de 300 pessoas da sociedade.

A faixa de 450 MHz foi destinada para o atendimento rural e áreas remotas, dentro da política do Governo Federal de ampliação do acesso aos serviços de telecomunicações, devido a sua característica técnica de possibilitar a cobertura de grandes extensões geográficas com menor custo. A estimativa é que a velocidade da conexão de dados seja de aproximadamente 300Kbps. O objetivo dos testes é conhecer o desempenho da transmissão com o uso da frequência 450 MHZ em três relevos típicos do território brasileiro: as áreas montanhosas, as extensões planas do Planalto Central e a Floresta Amazônica.

O primeiro teste foi realizado em fevereiro na Escola Rural Municipal de Marumbi, no município de Morretes, no Paraná, na presença do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo; do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende; e do presidente da Oi, Francisco Valim. Na oportunidade, o próprio ministro usou um telefone móvel operando em 450 MHz para ligar para Brasília e conversar com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Em seguida, Paulo Bernardo fez o teste de transmissão de dados utilizando um notebook para navegar na internet. E concluiu realizando uma ligação de telefone fixo para o seu gabinete.

Cumprindo o cronograma traçado para as três características de relevo, a Oi realizou testes nas cidades paranaenses de Morretes e Antonina, além de São Sebastião e Sobradinho, em Brasília, e em Manaus, capital do Amazonas. Agora em Realeza, a Oi concluiu sua programação com os testes técnicos para mensurar itens como o desempenho de propagação do sinal, níveis de potência e velocidade de transmissão de dados na frequência 450 MHz, em regiões montanhosas com topografias diferentes.

Fonte: http://www.aquisudoeste.com.br/GERAL/ministro_paulo_bernardo_testa_internet_e_telefonia_rural_em_realeza_,9426.html


STJ nega ressarcimento por quantia investida para instalação de telefonia

Se o contrato de Planta Comunitária de Telefonia, ou PCT, não prever ressarcimento do usuário pela concessionária do serviço, não há direito a compensação pela infraestrutura fornecida. O entendimento é da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, no caso de cidadãos que pediam retorno da quantia investida para a instalação de infraestrutura de telefonia em sua região.

O regime de PCT foi implantado para expandir a malha de alcance da telefonia no território nacional. Para isso, as operadoras pediam aos próprios consumidores que pagassem pela instalação da infraestrutura técnica das linhas de telefone - poste, cabeamento etc. Nas primeiras regulações do PCT, os contratos previam contrapartida das empresas, na forma de ações ou dinheiro. Em 1996, houve mudanças no sistema de contratação que acabaram com a compensação.

No entendimento do relator, ministro Luis Felipe Salomão, hoje a ideia soa como uma "agressão ao senso comum". Mas, na época, como ressalvou, este era um instrumento válido de compensação da incapacidade estatal de prover o serviço.

"É por essa ótica que deve ser analisado o presente caso - com olhos para o passado -, não devendo o julgador se deixar contaminar pela especial circunstância de que, na atualidade brasileira, por exemplo, há mais aparelhos celulares do que habitantes, e que outras formas de comunicação, como por vídeo, estão popularizadas nas mais variadas camadas sociais", votou Salomão.

O ministro também entendeu que impor a obrigação de ressarcir as operadoras, sem que isso esteja previsto em lei ou em contato, seria um "acréscimo de dever" sem compensação pelos novos encargos. A expansão da rede para esses locais não era apoiada pela tarifa autorizada pelo órgão regulador, e transferir à concessionária esse ônus desrespeitaria o pactuado, disse.

Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/stj-nega-ressarcimento-por-quantia-investida-para-instalacao-de-telefonia-20120508.html



terça-feira, 8 de maio de 2012

Quatro dicas para lidar com aspectos complexos de TI

Quatro profissionais explicam como resolveram desafios de virtualização de desktops, de redes de comunicação sem fios, ou simplesmente problemas de desempenho de rede

Um grupo profissionais explica três estratégias para lidar com os desafios de ambientes de TI, cada vez mais complexos. Avaliar o software em termos de vulnerabilidades antes de o comprar, mudar de fornecedor e não de expectativas, e fazer mudanças de forma frugal são as suas recomendações.

Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades
É  a filosofia adotada na Universidade de West Virginia:  a instituição pede, cada vez mais, aos fornecedores de software para submeter os seus produtos propostos a um exame de avaliação de vulnerabilidades, antes de comprá-los.

“Faz parte do processo de contratação”, explica Alex Jalso, diretor-assistente de segurança da informação na universidade. O responsável utiliza o software IBM AppScan Enterprise como ferramenta de avaliação de vulnerabilidades, de análise e de correção de fragilidades de código.

Jalso diz que o processo de análise permite à instituição ter um olhar mais profundo sobre o código. Como este é propriedade intelectual do fornecedor, a universidade compromete-se a trabalhar sob sigilo e não divulgar qualquer questão que possa surgir.

A organização ainda não convenceu todos os seus fornecedores de software, mas caminha nessa direção. A AppScan também é usado pela universidade para analisar eventuais falhas de segurança em aplicações Web desenvolvidas internamente antes de elas entrarem em produção.

Qual é a importância deste aspecto? Jalso diz que tenta antecipar a identificação de pontos fracos no software, capazes de se tornarem um caminho de ataque para hackers e malware.

Há uma série de questões jurídicas a considerar, também, como não violar as diretrizes de proteção de dados relacionadas com várias normas (HIPAA, PCI e FERPA). A universidade considera que não é pedir demais a um fabricante que sujeite o seu software a um teste de vulnerabilidade – e na realidade, nem o é fazer isso várias vezes conforme ocorram mudanças na base do código, diz Jalso.

Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas
Ross Elliott é gestor da rede para as escolas públicas de Brick Township, em Nova Jersey, um distrito com 12 escolas e 10 mil alunos. O departamento de TI para o distrito escolar oferece acesso à Internet com fio e sem fio, para alunos e professores.

Mas a parte mais aberta da rede sem fio mostrou sinais de tensão e congestionamento quando o número de alunos a usá-la aumentou, no início de 2011. Como efeito colateral, o firewall Astaro e o serviço da Comcast “não estavam funcionando bem juntos”, explica Elliott. Segundo este responsável, a configuração de firewall, baseada num “proxy”, foi um importante fator para a queda de desempenho.

Contudo o responsável também estava insatisfeito com o suporte fornecido. O nível de disponibilidade da rede estava descaindo e em Junho, a rede sem fio começou a ter desempenhos muito fracos e “no departamento de TI, estávamos sendo bombardeados com telefonemas”, conta.

O departamento da escola foi capaz de resolver os problemas de rede durante o Verão, atualizando a largura de banda e adotando uma firewall da SonicWall. E Elliott diz que podem ser necessárias mais mudanças na natureza de acesso à rede da escola para suportar os acessos por dispositivos móveis.

Outro caso, na Columbia Grammar and Preparatory School, em  Nova Iorque,  a equipe de TI geria cerca de 450 computadores Macintosh para uso em salas de aula, e não estava feliz com o desempenho dos servidores da Apple. Por isso, mudou para servidores Windows, durante o Verão passado, obtendo  melhores desempenhos no apoio aos computadores Macintosh, de acordo com Adam Gerson, co-director de tecnologia da escola.

Embora seja um auto-proclamado fã dos Mac, em uma “escola Mac”, isso não o impediu de experimentar uma alternativa  aos servidores da Apple.

Corrigir ligeiramente
Como em muitos sistemas escolares nos Estados Unidos, os professores realizam cada vez mais procedimentos de rotina online em vez de usarem papel. É o caso do grupo de cinco escolas do Belchertown School District, em Massachusetts.

Professores e alunos vão a plataformas online para obter material das aulas e outro tipo de suporte. O distrito começou a usar uma aplicação chamada PowerSchool, configurada com Cisco UCS para executar desktops virtuais VMware View, ligados a uma plataforma de armazenamento NetApp FAS2020.

Mas de acordo com Scott Karen, diretor de tecnologia para o distrito escolar, havia indícios de problemas de excessiva latência relativa à configuração das máquinas virtuais  quando muitos estudantes tentavam autenticar-se e usar o sistema ao mesmo tempo. Além disso, quando os professores usavam as plataformas nas salas de aula, simultaneamente, deparavam-se com a lentidão das mesmas, e a ocorrência de erros de arquivo.

A falta de capacidade de “caching” nos velhos sistemas NetApp FAS era um problema, diz Karen. E adotar um sistema da NetApp maior e mais recente não era atraente do ponto de vista econômico.

No entanto, como participante regular do grupo de usuários locais da VMware – onde os problemas são discutidos e, sim, os fabricantes mostram os seus produtos – Karen descobriu uma solução mais econômica. Decidiu adotar um sistema de dois nós Avere FXT para otimizar as capacidades de leitura e registo que resolveu o problema.

Fonte: http://cio.uol.com.br/tecnologia/2012/05/07/quatro-dicas-para-lidar-com-aspectos-complexos-de-ti/


Aquisições em TI: Sonda América Latina compra brasileira Elucid

Mais uma empresa nacional foi incorporada por uma empresa multinacional na área de TI. A Sonda América Latina comprou a Elucid, provedora de soluções para companhias de distribuição, transmissão e geração de energia, saneamento e gás. Os valores da transação não foram revelados pelas partes.

Em comunicado ao mercado, divulgado na noite de sexta-feira, 04/05, a Sonda América Latina diz que a aquisição " faz parte do plano de investimento de US$ 500 milhões da Sonda para o triênio de 2010 a 2012, período marcado por oito compras, sendo a Elucid a quinta aquisição no Brasil ao longo desses três anos. Inserida na estratégia da Sonda de fortalecer sua presença no Brasil, a aquisição da Elucid representa a ampliação das ofertas de produtos e soluções de TI para o setor de utilities, não somente em território nacional, como em toda a América Latina".

Fundada em 1991, a Elucid obteve um faturamento de R$ 123 milhões em 2011, o que equivale a aproximadamente US$ 65 milhões. Este montante é proveniente principalmente de contratos de fornecimento de soluções e serviços de longo prazo a clientes que gerenciam mais de 16 milhões de usuários. Com matriz em São Paulo, a Elucid detém em sua carteira de clientes 25% das distribuidoras de energia elétrica do Brasil, cobrindo mais de 35% do território nacional. Seu portfólio inclui softwares para as áreas de gestão de clientes, faturamento, soluções móveis e técnicas, serviços de implementação, suporte, manutenção e terceirização.

Entre os 60 clientes da Elucid estão as maiores concessionárias de energia que, juntas, processam através do seu sistema de gestão de faturamento e arrecadação aproximadamente R$ 50 bilhões por ano. Entre seus clientes estão Eletrobrás, Rede Energia, Elektro, CPFL, Copel e Celesc.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=30328&sid=5


Aprovado regulamento de exploração industrial de linha dedicada

O Conselho Diretor da Anatel aprovou, em sua 648ª reunião, a revisão do Regulamento de Exploração Industrial de Linha Dedicada (EILD), aprovado pela Resolução nº 402, de 27 de abril de 2005. A norma deverá ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias.

O Regulamento traz o conjunto de regras que disciplinam a EILD no Brasil, tendo em vista a sua adequação ao atual panorama tecnológico e mercadológico nacional, a necessidade de torná-las mais aderentes às metas previstas no Plano Geral de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações no Brasil (PGR) e à promoção da competição na oferta dos serviços de telecomunicações. O objetivo do Regulamento é disciplinar os conflitos entre prestadoras de serviços de telecomunicações.

A EILD é uma modalidade de exploração industrial em que uma prestadora de serviços de telecomunicações fornece à outra, mediante remuneração preestabelecida, Linha Dedicada com características técnicas definidas para constituição da rede de serviços.

Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do


Gecopa destina R$ 371 mi para o setor de telecom

O Grupo Executivo da Copa do Mundo de 2014 (Gecopa) publicou resolução que destina R$ 371 milhões para Telebrás e Anatel investirem na modernização da infraestrutura e serviços de telecomunicações que serão utilizados para dar suporte ao evento.  Os recursos do governo federal buscam o cumprimento da garantia governamental assinada junto à Fifa.

A Telebrás receberá o valor estimado de R$ 200,17 milhões para implantar até o fim de 2013, nas cidades-sede da Copa, redes de fibra ótica que serão ligadas à sua rede nacional, construída para o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Além disso, a estatal será responsável pela implantação de links de satélite nas estruturas chave do evento e ligação via rádio nos campos-base das seleções.

O uso das redes de fibra ótica durante o evento, pela Fifa ou por empresa por ela contratada, deverá ser remunerado à Telebrás. Depois da Copa de 2014, essas redes continuarão sendo da estatal, que vai utilizá-las no PNBL e para transportar serviços de outras operadoras.

Já para a Anatel está prevista a destinação de R$ 171,05 milhões para a fiscalização e monitoração de equipamentos e radiofrequência, gestão do uso do espectro e segurança de infraestruturas críticas de telecomunicações.  O planejamento inclui, para cada cidade-sede, estações de radiomonitoragem em estádios e aeroportos, além de equipamentos para testes de qualidade dos serviços móveis. A agência ainda tomará medidas regulatórias, como a emissão de licenças de uso temporário do espectro.

Fonte: http://ipnews.com.br/telefoniaip/rede/categorias-de-rede/banda-larga/24158-gecopa-destina-r-371-milhoes-para-o-setor-de-telecomunicacoes.html


GVT anuncia ofertas de triple play em cinco novas cidades

A GVT, operadora brasileira de telecomunicações integrante do grupo francês Vivendi, anunciou nesta quarta-feira (2) o início da oferta de triple play - banda larga de 5 Mbps a 100Mbps, TV por assinatura em alta definição e planos de telefonia fixa - em cinco novos municípios de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Juntas as cidades somam 1,3 milhão de habitantes.

São cerca de 42 mil acessos para telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura em Santos e São Vicente (SP). A rede construída em Ipatinga e Governador Valadares (MG) terá capacidade para 31 mil acessos e em Colatina (ES) de 10 mil. A operadora diz ter investido R$ 100 milhões na implantação da rede de telecomunicações.

Com as novas operações anunciadas, a GVT passa a atuar em um total de treze cidades no Estado de São Paulo, cinco em Minas Gerais e cinco no Espírito Santo. O número de cidades com cobertura da GVT no País chega a 124. Os lançamentos fazem parte do plano de expansão de cobertura da operadora até dezembro de 2012.

Fonte: http://ipnews.com.br/telefoniaip/rede/categorias-de-rede/banda-larga/24159-gvt-anuncia-ofertas-de-triple-play-em-cinco-novas-cidades.html


Oi lança em Niterói banda larga com três meses gratuitos

A Oi lançou esta semana, em Niterói, Rio de Janeiro, uma nova oferta do Oi Velox com três meses gratuitos. As condições são válidas para todas as velocidades de acesso à internet, que vão até 20 Mbps. Ao contratar o serviço, o cliente começa a pagar no quarto mês de contrato.

É possível contratar o serviço por telefone ou nas lojas da Oi. Novas adesões podem ser feitas até 30 de junho.

A oferta é válida para novos clientes Oi Velox que tenham planos de telefonia fixa da linha Fale. Na oferta, o cliente fica isento da taxa de habilitação. Quem já assina o Oi Velox fica sujeito a uma de adesão.

Fonte: http://ipnews.com.br/telefoniaip/rede/categorias-de-rede/banda-larga/24185-oi-lanca-em-niteroi-banda-larga-com-tres-meses-gratuitos.html


Univali lança rede WiFi para 10 mil usuários simultâneos

A Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina, inaugurou no fim de abril uma rede WiFi de alta densidade para alunos e funcionários. Com infraestrutura da Ruckus Wireless, o projeto utiliza a tecnologia Smart WiFi, que amplia a cobertura dos sinais wireless e evitam interferências. O projeto contou ainda com consultoria da Live Consult (de Vitória, Espírito Santo) e da integradora Smart Wave (de São Paulo, capital).

Objetivando substituir a rede sem fio implantada em 2009 por solicitação da reitoria – e que atendia um percentual mínimo de usuários apenas nas áreas de lazer do campus –, a universidade investiu na implantação de um sistema de rede sem fio de alta capacidade e desempenho para tornar o acesso à internet possível à toda universidade. E com o máximo possível de usuários simultâneos.

“Já tínhamos um serviço wireless, mas havia muita reclamação”, explica Ruth Broglio Silveira, gerente de TI da Univali. “A solução que tínhamos não era robusta ou profissional. Desde lá as coisas mudaram muito, e a conectividade é algo que queremos em todos os momentos.”

A rede foi criada para atender alunos e professores em 100% do espaço físico do campus, e ainda não suporta atividades administrativas (a rede cabeada é responsável pelo tráfego de dados da instituição). Implantada em pouco mais de cinco meses, é capaz de suportar 10 mil acessos simultâneos nas oito unidades espalhadas em Santa Catarina. Atualmente registra picos de 1.500 usuários.

Para alcançar esses números foi necessário, claro, ampliar a capacidade não só do roteador da instituição, mas também da conectividade. Os dois links de 50 Mbps cada (fornecidos pela Oi e pela Intelig) foram substituídos por dois links de 200 Mpbs (da Oi e da Rede Nacional de Pesquisa, a RNP).

A Univali fez um estudo bastante detalhado antes de adotar as soluções de rede sem fio da Ruckus. Várias instituições foram visitadas, provas de conceito com todos os fabricantes foram feitas e os requisitos necessários foram testados. “A principal diretriz era a densidade, pois há muitos usuários simultâneos na rede da universidade”, explica Ruth. “A fabricante que entregou mais performance sob essa condição foi a Ruckus. O envolvimento direto da fabricante também foi um diferencial, trouxe segurança.”

A segurança, aliás, foi outro fator considerado com seriedade. Afinal, entram todos os dias na rede dispositivos pessoais dos usuários, suscetíveis a espalhar malwares na rede. Foram adotadas soluções de firewall da SonicWall. Além disso, um software de gerenciamento só permite acessos identificados à rede. Alunos, funcionários e professores recebem login e senha automaticamente; já os visitantes precisam se cadastrar.

“O departamento de comunicação da universidade mapeia as redes sociais em busca de comentários dos alunos e outros usuários, e o retorno tem sido positivo. Por enquanto estamos muito felizes”, comemora Ruth.

Educação online
Os investimentos em tecnologia há tempos deixaram de ser tendência apenas entre grandes empresas do setor industrial e comercial. No setor de educação, este tipo de investimento desponta como prioridade nas universidades e outras instituições de ensino. Muitas delas demonstram a preocupação de manter uma infraestrutura que considere o crescimento no uso de dispositivos móveis, como notebooks e tablets, por professores, funcionários e estudantes.

“A vertical de educação é uma grande aposta da empresa no mundo todo”, diz André Queiroz, diretor para enterprise na América Latina da Ruckus Wireless. “Isso ocorre em função da mudança do perfil de uso dos dispositivos móveis em escolas e universidades. Os tablets recebem cada vez mais material didático, e eles precisam de uma rede WiFi para acessar conteúdo, uma vez que o 3G não oferece performance suficiente na maioria dos lugares.”

Segundo o executivo, as instituições de ensino tendem a comprar tecnologia, mas não serviços das operadoras. Isso se deve a necessidade de grande capilaridade, e as revendas “estão bem preparadas, assim como as próprias escolas, que possuem departamentos de informática que já cuidam desses equipamentos”.

Os equipamentos da Ruckus, explica o executivo, atendem as instituições de ensino, que demandam atendimento em ambientes grandes, de alta densidade, diversidade de dispositivos e tráfego de dados. “Hoje os recursos multimídia, inclusive vídeos, são usados como ferramenta de ensino”, diz Queiroz.

Apesar das exigências complexas, escolas e faculdades raramente possuem recursos abundantes para investir em soluções de conectividade. “As soluções da Ruckus se diferenciam por utilizar a tecnologia BeamFlex, que utiliza uma antena inteligente, com mais performance, e que direciona o sinal, diminuindo o número de antenas necessárias para atender áreas maiores”, explica o executivo.

Fonte: http://ipnews.com.br/telefoniaip/rede/categorias-de-rede/wireless/24206-univali-lanca-rede-wifi-para-10-mil-usuarios-simultaneos.html


Usuários de Android poderão pagar por apps na conta telefônica Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/android/23194-usuarios-de-android-poderao-pagar-por-apps-na-conta-telefonica.htm#ixzz1uIDkJ9Mr

Muitos consumidores deixam de comprar aplicativos na Google Play Store (antiga Android Market) por não possuírem cartões de crédito – que são necessários para que as transações possam ser completadas. Mas, segundo a própria Google, em breve os brasileiros não vão precisar de tantas preocupações no pagamento deu seus apps favoritos.

Hugo Barra, gerente mundial da divisão Android na Google, afirmou que a empresa de Mountain View já está procurando firmar parcerias com as operadoras de telefonia celular brasileiras. Com isso, ele tenta tornar possível vender os aplicativos e cobrar diretamente na conta telefônica. Ou seja, em vez de pagar às empresas de cartão, o dinheiro seria repassado pelas operadoras.

Barra disse ao site Terra que o consumidor brasileiro está muito interessado em consumir Android. Isso faz com que a Google busque formas de fazer com que os brasileiros continuem investindo no sistema operacional e em aplicativos, que também geram uma boa quantidade de dinheiro para os cofres da empresa.

Músicas e livros? Em breve
Outra novidade é a chegada das músicas e livros à loja Google Play. Já estão em negociação os acordos com as gravadoras e editoras, pois a Google quer levar o melhor dos conteúdos ao público brasileiro. Ainda deve demorar algum tempo até que tudo esteja pronto, mas especula-se que os primeiros materiais comecem a ser vendidos ainda em 2012.

Fonte: http://tecmundo.com.br/android/23194-usuarios-de-android-poderao-pagar-por-apps-na-conta-telefonica.htm


ANÁLISE-Saída de Luciani pode trazer riscos de execução para TIM

Luca Luciani é amplamente associado como a principal força por trás da reviravolta da TIM Participações nos últimos dois anos, após ter liderado o avanço da operadora em direção ao segundo lugar no mercado de telefonia móvel no Brasil e a uma sequência de sólidos resultados desde que assumiu o cargo, em 2009.

Não foi por acaso que as ações da TIM recuaram 7,2 por cento nos últimos dois dias da semana passada, quando as primeiras notícias de sua possível saída da presidência-executiva da companhia vieram à tona na imprensa.

Nesta segunda-feira, porém, depois de terem chegado a cair mais de 6 por cento no pior momento do dia, os papéis da TIM se recuperaram e avançaram perto de 2 por cento, terminando o dia valendo 10,69 reais, segundo dados preliminares de fechamento.

No fim de semana, a TIM divulgou um comunicado breve informando que Luciani se desligou da empresa. Em seu lugar foi apontado um presidente interino, Andrea Mangoni -atual vice-presidente financeiro da Telecom Italia.

Luciani é alvo de uma investigação de autoridades italianas envolvendo chips de telefonia móvel irregulares, segundo uma fonte próxima ao assunto.

Analistas alertam para possíveis riscos de curto prazo para a execução da até agora bem-sucedida estratégia da operadora com o inesperado desligamento do executivo de suas funções, apesar de ressaltarem que Luciani deixou a subsidiária brasileira da Telecom Italia em boas condições para continuar seu crescimento futuro.

"O legado (do executivo) está lá, mas tememos que todo o barulho causado pela repentina saída de Luca possa desacelerar os planos da TIM e adicionar risco de execução", escreveram em relatório nesta segunda-feira os analistas Carlos Siqueira, Fabio Levy e Bernardo Miranda, do BTG Pactual.

E boa execução é o nome do jogo no concorrido mercado brasileiro de telefonia móvel, especialmente após a TIM ter previsto resultados consistentes à frente.

Em fevereiro, a operadora divulgou que espera manter forte ritmo de crescimento para o ano, com alta de mais de 10 por cento no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), além de chegar a 90 milhões de linhas móveis em 2014 -ante 67,2 milhões em março.

Luciani deixou esse caminho pavimentado, segundo analistas, mas o mercado ficará de olho como e se os resultados de fato serão entregues após sua saída.

Em 2011, a operadora viu seu Ebitda expandir-se 10,6 por centro sobre 2010, enquanto a receita líquida total cresceu 18 por cento.

A TIM tem oferecido pacotes ilimitados de serviços que têm inflado sua base de assinantes. Isso fez a companhia ganhar força no ano passado e tomar a vice-liderança das mãos da rival Claro, do grupo América Móvil, no segundo semestre, e aos poucos se aproximar da líder de mercado Vivo, da Telefônica Brasil.

"O momento da saída de Luca Luciani provavelmente vai preocupar investidores... A presença de um forte presidente-executivo garantindo aos investidores que a estratégia da TIM permanece intacta será crucial", afirmaram os analistas Vera Rossi, Felipe Pereira e Gilberto Garcia, do Barclays, também em relatório.

A equipe do Barclays reduziu a recomendação para os recibos de ações (ADRs) da TIM para "equal weight" (em linha com o mercado), de "overweight" (acima da média do mercado). O preço-alvo por papel da empresa negociado em Nova York foi diminuído para 30 dólares, de 33 dólares.

"Luca efetivamente conseguiu implementar várias estratégias que garantiram o crescimento da companhia", afirmou à Reuters a analista Daniella Maia, da corretora Ativa. "A TIM em um primeiro momento terá um período de transição, mas acredito que a performance da companhia será mantida."

Daniella acrescentou ainda que, apesar da saída de Luciani, ainda há uma boa equipe na administração da TIM que sabe como levar em frente o plano já traçado.

Soma-se a isso o movimento da empresa para avançar no mercado de voz e, principalmente, em banda larga através ofertas de serviços simples e de grande potencial de adesão.

"Consideramos que a estratégia da companhia permanece clara e intacta com planos (aos clientes) de fácil compreensão, busca por substituição fixa por móvel e exploração de mercado ainda não penetrado de banda larga com ofertas criativas", disse em relatório o analista Alexandre Garcia, do Citibank.

Procurada, a TIM informou que não comentaria a saída de Luciani da empresa.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5760197-EI12884,00-ANALISESaida+de+Luciani+pode+trazer+riscos+de+execucao+para+TIM.html


Google avança em telefonia móvel nos EUA

O Google ganha do Facebook na corrida pelos usuários de telefonia móvel, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

O relatório da empresa comScore, um estudo do comportamento sobre telefonia móvel, informou que os sites do Google atraem 93 milhões dos 97 milhões de americanos que utilizam seus telefones inteligentes para se conectar à internet.

O Facebook ficou em segundo lugar com 78 milhões, seguido pelo Yahoo! (66 milhões), Amazon (44 milhões) e Wikimedia, que inclui o site da Wikipedia (39 milhões).

O estudo descobriu, contudo, que os usuários dedicavam 80% do tempo ao uso de aplicativos, em comparação com 20% do uso de navegadores.

O aplicativo mais popular foi a loja online da Apple, iTunes, com 32 milhões de usuários, seguida pelo Google Maps, com 29 milhões e o Facebook com 26 milhões.

A participação nas redes sociais foi uma atividade muito popular nos telefones inteligentes, com o Facebook liderando este segmento. Os usuários do Facebook dedicaram, em média, sete horas a um aplicativo através do navegador em março.

O serviço de geolocalização na internet FourSquare, uma plataforma que permite aos usuários se localizar na cidade, atraiu 5,5 milhões de visitantes, enquanto a plataforma de microblogs Tumblr teve uma audiência de cerca de 4,5 milhões de pessoas.

Fonte: http://www.band.com.br/noticias/tecnologia/noticia/?id=100000502087



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Saída de Luciani não afetará TIM, avaliam analistas

A equipe deverá ser mantida, assegurando a continuidade da estratégia, apostam os bancos

A saída do principal executivo da TIM Brasil, Luca Luciani, envolvido em denúncias de fraude de chips na Itália, não deverá afetar as operações da empresa brasileira, avaliam os analistas, que mantem a recomendação de compra das ações da operadora de celular brasileira.

Para o banco Goldman Sachs, os bons resultados obtidos pela operadora, durante a gestão de Luciani (que ingressou na empresa no início de 2009) foram fruto de trabalho de equipe, formada pelo CFO Claudio Zezza, pelo COO, Lorenzo Lindner e pelo diretor de marketing e hoje presidente da TIM Fiber, Rogerio Takayanagi.

Os analistas destacam o bom desempenho da empresa sob a batuta desta equipe: em 2008 as receitas cresceram 8% em relação ao ano anterior, com margem de EBITDA de 22%; em 2011, o crescimento da receita foi de 18% e a margem, de 27%. Este desempenho deverá ser mantido, avaliam.

Assumirá interinamente a presidência da operadora brasileira, Andrea Mangoni, atual CFO da Telecom Italia.

Fonte: http://www.telesintese.com.br/index.php/plantao/19230-saida-de-luciani-nao-afetara-tim-avaliam-analistas


Acesso ao internet sem fio já está comum em 25% das casas no mundo

A empresa americana de consultoria Strategy Analytics publicou uma pesquisa nesses dias, cuja resultado é, que no fim desse ano cada um em quatro casas no mundo vai acessar as redes via Wi-Fi. A expectativa da empresa é, que dos 678 milhões de casas, que vão ter acesso banda larga, 492 milhões desses vão usar uma rede sem fio.

Atualmente 80% dos sul-coreanos já usam a tecnologia, seguidos pelos ingleses, alemães, franceses e japoneses, onde 70% das casas são equipados com Wi-Fi. No Brasil cada um em cinco casas tem um roteador.

A visão da empresa para o futuro é, que em 2016, 42% das casas no mundo tem acesso sem fio. Nesse ano, os chineses vão ter ultrapassado o resto dos paises do mundo com 110 milhões residências, onde uma rede sem fio será instalado.

Fonte: http://brasil-internet.com/news/1446-acesso-ao-internet-sem-fio-ja-esta-comum-em-25-prozent-das-casas-no-mundo/


Agência Nacional de Telecomunicações pune Oi e Embratel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que as concessionárias de telefonia fixa Brasil Telecom S.A. e Telemar Norte Leste S.A. (Grupo OI) adotem medidas necessárias para que o número total de interrupções na prestação do serviço seja reduzido, no mínimo, em 67% nos Estados da Bahia, Pará e Maranhão e em 53% nos Estados do Ceará, Minas Gerais, Piauí, Paraná e Amazonas. O texto do despacho está publicado no site da Anatel. A Anatel determinou, ainda, a regularização imediata da concessão de créditos a todos os usuários atingidos por qualquer interrupção na prestação do serviço. O descumprimento das determinações pode acarretar em multa de até R$ 20 milhões.

Uns dias atrás a Anatel já havia penalizado a empresa Embratel. A empresa está proibido a cobrar as chamadas de Longa Distância Nacional originadas dos orelhões de responsabilidade dela. A gratuidade deverá ser iniciada em 30 de abril de 2012 para o mínimo de 70% da planta, alcançando, até 30 de junho de 2012, 100% dos orelhões da Embratel e durará até 31 de dezembro de 2012. Durante este período, a Embratel deverá divulgar a gratuidade em jornais de grande circulação. A Embratel tem de elevar a disponibilidade e a adequada condição de funcionamento da planta de “orelhões” a patamares de, no mínimo, 80% em 30 de setembro de 2012 e de 95% até 31 de dezembro de 2012, sob pena de restrição à cobrança de outras chamadas, inclusive originadas em terminais de acesso individual.

Em uma primeira análise, verificou-se que a Embratel apresentou um desempenho insatisfatório na execução do plano de revitalização da telefonia de uso público, iniciado em setembro de 2011. Foi constatado que parte significativa da planta de pouco mais de 1500 “orelhões” da empresa continua fora de condições regulamentares de uso. O desempenho das demais concessionárias também é objeto de análise pela Anatel. Eventuais resultados insatisfatórios também motivarão a aplicação das medidas necessárias para a melhoria da qualidade dos chamados “orelhões” no Brasil.

Fonte: http://brasil-internet.com/news/1696-agencia-nacional-de-telecomunicacoes-pune-oi-e-embratel/


RIM lança BlackBerry Screen Reader para clientes com deficiência visual

A RIM anunciou nesta segunda-feira, 07, o lançamento do BlackBerry Screen Reader, um aplicativo gratuito para ajudar clientes com deficiência visual a operar seus smartphones BlackBerry.

O BlackBerry Screen Reader funciona de modo simples, ao gerar uma saída de áudio baseada em informações visuais na tela do smartphone BlackBerry. O usuário pode configurar suas preferências de voz e áudio rapidamente usando atalhos do teclado.

O serviço conta com suporte para os aplicativos principais do BlackBerry, como email, calendário e telefone. Além disso, as configurações são customizadas para cada usuário, podendo-se configurar os parâmetros texto-para-voz (volume, agudo e velocidade da fala) e preferência de gramática e segurança da senha.

O BlackBerry Screen Reader está disponível para download para os smartphones BlackBerry Curve 9350, 9360 e 9370. O aplicativo está disponível em inglês, francês, italiano, alemão e espanhol.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/07/05/2012/rim-lanca-blackberry-screen-reader-para-clientes-com-deficiencia-visual/275949/news.aspx


Apple e Samsung concentram 99% dos lucros do mercado de handsets

Relatório divulgado nesta sexta-feira, 4, pela consultoria Asymco, revelou que Samsung e Apple concentraram a espantosa fatia de 99% dos lucros do mercado global de handsets no primeiro trimestre de 2012.

Segundo dados do IDC, no referido período, a Samsung abocanhou um share de 29,1% do mercado mundial de smartphones, ao tempo que a Apple ficou com 24,2%.

Segundo a Asymco, a dupla é responsável por 99% dos lucros operacionais globais do mercado de handsets (que inclui não só os smartphones, mas os demais tipos de telefones móveis). Nesse caso, contudo, a ordem se inverte: enquanto a Apple lidera com 73%, a Samsung vem na segunda colocação, com 26% dos lucros.

Os dados confirmam a fase de ouro da Apple, que em seu balanço do primeiro trimestre auferiu lucros de US$ 11,6 bilhões. Entre as demais fabricantes, a HTC foi a única que conseguiu atingir a marca de 1% dos lucros. LG, Motorola, Nokia, RIM, e Sony tiveram prejuízos em suas respectivas divisões de mobilidade, e por esse motivo nem sequer figuram no índice da Asymco.

Ao final de 2011, as empresas já mantinham posição soberana no mercado global de handsets, com quase 90% dos lucros, segundo dados do UBS.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/04/05/2012/apple-e-samsung-concentram-99-dos-lucros-do-mercado-de-handsets/275665/news.aspx






Anatel endurece as regras para envio de propaganda por SMS

A Anatel está preocupada com o envio de propagandas por mensagem de texto pelas operadoras móveis brasileiras. Em razão de muitas reclamações recebidas de consumidores, a agência decidiu endurecer as regras sobre essa prática e enviou recentemente um ofício sobre o tema para todas as teles móveis em atividade no País.

No documento, o órgão regulador exige que a autorização para recebimento dessas mensagens seja dada de forma consciente pelo assinante, constando de uma cláusula à parte nos contratos de adesão, marcada de maneira opcional pelo consumidor e por este assinada. "Isso precisa estar muito claro no contrato. O cliente precisa optar conscientemente", explicou um técnico da Anatel a MOBILE TIME. As medidas valem tanto para as propagandas da própria operadora quanto para aquelas de terceiros, intermediadas por agregadores. A agência deu um prazo de 60 dias para que as operadoras adaptem os seus contratos e apresentem soluções para resolver a questão junto à base existente.

O que acontece hoje em dia é que a maioria dos assinantes de telefonia celular firma contratos sem saber que neles consta a autorização para recebimento dessas propagandas. O assunto raramente é mencionado pelos vendedores nas lojas. Assim, as teles constroem uma base de opt-in rapidamente, mas provocam posteriormente reclamações de consumidores desavisados que não leram o contrato com atenção.

No mercado de conteúdo móvel, o ofício da Anatel gera preocupação. Provedores, agregadores e integradores que prestam serviços que envolvem o envio de broadcast de SMS têm dúvidas sobre como isso impactará os seus negócios.

HistóricoEsta não é a primeira vez que a Anatel intervem em atividades relacionadas a serviços de valor adicionado (SVA) em telefonia celular. No fim do ano passado a agência exigiu que as operadoras entreguem mensagens de texto trocadas entre usuários em um prazo de até 1 minuto. E em 2010 determinou uma série de cuidados a serem tomados pelas teles na venda de assinatura semanal de conteúdo móvel.







Fonte: http://www.mobiletime.com.br/04/05/2012/anatel-endurece-as-regras-para-envio-de-propaganda-por-sms/275582/news.aspx


Claro cortará pela metade o preço do minuto no exterior para clientes pré-pagos

O preço por minuto de ligação feita por clientes pré-pagos da Claro em roaming internacional cairá pela metade em junho. Em vez de R$ 6/minuto, a tarifa será reduzida para R$ 2,99/minuto.

A novidade dá prosseguimento a uma série de promoções da Claro no mercado de roaming internacional. Desde meados de abril, a operadora havia baixado os preços para o seus assinantes pós-pagos em viagens no exterior. Para eles, a operadora oferece um pacote de 50 minutos por R$ 49 e outro de dados, com limite de 20 Mb, sem redução de velocidade, por R$ 19,80. Ambos os pacotes valem para qualquer país do mundo e em ligações para quaisquer operadoras, fixas ou móveis. Na prática, o preço é de R$ 0,99 por minuto e R$ 0,99 por Mb trafegado, resume a diretora de serviços de valor adicionado e roaming da Claro, Fiamma Zarife.

AnáliseNos últimos meses as operadoras brasileiras começaram um movimento de redução de seus preços de roaming internacional. Isso está sendo possível graças à renegociação de contratos bilaterais com operadoras estrangeiras. Uma das mais agressivas nessa redução foi a TIM, com o lançamento do plano Passport, em março. O assunto é tema de matéria na revista TELETIME que circula em maio.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/04/05/2012/claro-cortara-pela-metade-o-preco-do-minuto-no-exterior-para-clientes-pre-pagos/275664/news.aspx


Mercado brasileiro de segurança da informação atinge R$ 88 mi em 2011

McAfee e Symantec lideram com 70% das vendas
O Brasil está entre os países em que o mercado de segurança apresenta maior crescimento no mundo. De acordo com estudo da Frost & Sullivan, o segmento de segurança da informação para o usuário final se manterá aquecido nos próximos anos, com crescimento médio anual de 12,4% entre 2010 e 2016.

Em 2011, o segmento apresentou um crescimento de 15,1%, resultando em faturamento total de R$ 88 milhões. Até 2016, as expectativas permanecem otimistas, prevendo um faturamento de R$ 154 milhões.

As empresas de maior destaque deste mercado foram McAfee, Symantec, Trend Micro, Panda Security e Kaspersky, sendo as duas primeiras as líderes - juntas representaram pouco mais de 70% das vendas do segmento de segurança para usuários finais em 2011. Já em relação ao mindshare, McAfee, AVG e Avast despontam na amostra analisada.

“Apesar de quase 90% da amostra ter declarado considerar segurança como um tema importante, pode-se afirmar que o mercado de usuários finais brasileiro ainda está muito imaturo, principalmente no que diz respeito ao conhecimento das ferramentas de segurança e sobre a necessidade de soluções de proteção mais robustas”, diz Izabela Januário, analista de mercado da Frost & Sullivan. “O crescente uso de redes sociais e de serviços online tornam os usuários cada vez mais vulneráveis e o campo ainda mais propício para a atuação de malwares num País que já se encontra dentre os líderes mundiais de ataques maliciosos.”

Soluções de segurança gratuitas ficaram em evidência na amostra analisada, representando mais de 50% dos entrevistados. Identificou-se que na escolha de soluções gratuitas o fator decisivo foi a opinião de outros indivíduos. No caso de soluções pagas este fator foi também o mais relevante, todavia em menor escala, já que os serviços oferecidos e a imagem da marca tiveram um papel importante.

O estudo da Frost & Sullivan teve como objetivo avaliar o tamanho do mercado brasileiro de segurança da informação para usuários finais no ano de 2011 e fazer previsões para os próximos 4 anos, bem como analisar os padrões de compra adotados pelos usuários finais e a sua percepção a respeito da segurança da informação. O estudo também mapeou as grandes tendências que irão balançar o segmento de segurança residencial, tais como soluções de segurança como serviço, segurança na nuvem e segurança móvel.

Fonte: http://ipnews.com.br/telefoniaip/seguranca/categorias-de-seguranca/seguranca/24198-mercado-brasileiro-de-seguranca-da-informacao-atinge-r-88-mi-em-2011.html


Gartner: operadoras devem investir em planos multidispositivos

Oferta aproveitará explosão dos smartphones

Conforme o número de devices conectados às redes 3G e 4G aumenta, os consumidores e as pequenas empresas vão exigir planos de dados com tarifas que considerem multidispositivos, segundo um relatório divulgado pela Gartner. Essas ofertas para mais de um dispositivo móvel será um fator chave na expansão das receitas com dados móveis nos EUA, de US$ 81,4 bilhões em 2011 para US$ 151,9 bilhões em 2016.

“Os planos de tarifas para dados móveis nos EUA cresceram drasticamente nos últimos sete anos devido ao grande sucesso dos smartphones, tendo se tornado-se fontes de receita fundamentais para os provedores de serviços de telecomunicações”, explica Hugues de la Vergne, analista diretor de pesquisas da Gartner. “Historicamente, as operadoras tem se focada estritamente em planos de dados individuais. Agora o mercado americano deve observar a primeira transformação real, com planos de dados que compartilham uma quantidade especifica de dados entre múltiplos dispositivos.”

As operadoras devem adotar estes planos multidispositivos para tirar vantagem da expansão da conectividade via redes móveis em eletrônicos de consumo ou, segundo a Gartner, se verão em considerável desvantagem competitiva frente aos competidores.

“Com os serviços em nuvem pessoal crescendo em 2012, a conectividade via celular se torna mais importante, pois os usuários finais vão querer acessar conteúdo a todo momento, não só quando estão em áreas WiFi”, diz Vergne.

Reduzir o churn é uma das métricas mais críticas para as operadoras, diz a Gartner. Por ter vários dispositivos com diferentes ciclos de substituição ligados a rede do provedor de serviços, o usuário final se torna menos propenso a mudar de operadora, se comparado a um assinante que tem apenas um telefone móvel.

Os produtores de dispositivos devem incorporar conectividade via redes móveis em mais dispositivos de consumo para obter margens mais elevadas, ou tentar obter subsídios das operadoras e usar a integração entre dispositivos como diferencial competitivo. O lançamento de planos de dados multidispositivos será uma das principais causas do aumento das vendas de dispositivos conectados, incluindo smartphones. A Gartner estima que serão 311,7 milhões de unidades vendidas em 2016. Os fornecedores de dispositivos, diz o relatório, sofrem uma crescente ameaça de comoditização, e precisam continuar inovando para evitar o elevado nível de concorrência que tomou conta do mercado.

“Apesar dos altos custos da personalização do sistema de faturamento e da baixa receita das operadoras com planos de dados, os riscos de não oferecer planos multidispositivos e, portanto, estar em desvantagem competitiva são muito grandes”, diz Vergne. “A receita com dados deverá crescer para 65% do total das receitas com serviços sem fio nos EUA em 2106, com os serviços de voz caindo para 35%. Conduzindo a explosão estará a demanda por conteúdo de vídeo móvel, que deve impulsionar as vendas de dispositivos de tela grande, como os tablets.”

Fonte: http://ipnews.com.br/telefoniaip/rede/categorias-de-rede/wireless/24193-gartner-operadoras-devem-investir-em-planos-multidispositivos.html


Panorama: desafios e rumos da telefonia

Ainda amargando sérios problemas, setor deve se esforçar para ampliar serviços, qualidade, sem se esquecer do futuro
Quem vive sem celular hoje em dia? O aparelho que já foi grandalhão e só servia para ligar, na década de 90, era privilégio somente dos mais afortunados. Atualmente, contudo, depois de uma massiva popularização no Brasil e no mundo, temos a sensação de que não é possível viver sem ele. Chega a causar desespero, para alguns, a possibilidade de não carregar o telefone no bolso.

"Meu celular está sem bateria. Como a gente vai se encontrar no shopping?", "Roubaram meu aparelho. E agora? Como as pessoas vão falar comigo?" Esse tipo de sentimento, nada raro na atualidade, mostra o tamanho da importância que a telefonia móvel ganhou em nosso cotidiano, funcionando como mais que um complemento para a "velha" telefonia fixa. Tal relevância faz com que cresçam, a cada dia, as cobranças por serviços variados e de qualidade, atingindo mais pessoas, até porque ninguém quer ficar desconectado.

Diante desse cenário, os principais desafios do setor de telefonia são conseguir ampliar ainda mais a gama de utilidades, obtendo um nível mais adequado na conexão, sem esquecer do futuro, que aponta, agora, para a tecnologia 4G. Em São Paulo, por exemplo, são tantos usuários de celular que será necessário acrescer um dígito a mais na hora de efetuar ligações, totalizando nove.

No Estado
De acordo com dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), no Ceará, os celulares já superaram o número de habitantes. São 110 linhas habilitadas para cada 100 pessoas. No total, 9,7 milhões de linhas compõem a rede, recorde registrado em março deste ano. A evolução epidêmica do aparelho impressiona. Em 2006, o Estado possuía 3,3 milhões de celulares. De lá para cá, 6,4 milhões de novos números foram habilitados, uma média de mais de um milhão por ano.

No caso dos fixos, o Ceará contava, em março, com 549 mil acessos individuais, ou seja, telefones em serviço que não incluem os públicos. Para se ter uma ideia, em igual mês de 2007, eram 619 mil acessos individuais. Em cinco anos, portanto, cerca de 70 mil linhas foram canceladas, segundo a Anatel.

Por ter uma quantidade mais expressiva, a telefonia móvel lidera as reclamações dos consumidores. São ligações interrompidas ou de má qualidade, mensagens de texto que não chegam ao destinatário (ou chegam depois de dias), internet fora do ar ou com velocidade abaixo da prometida pela operadora. A prestação chegou a níveis tão falhos que, em certos estados, foi proibida pela justiça a venda de novos chips por parte de uma operadora, até que as empresa se comprometesse a melhorar a rede.

Sem conseguir convencer totalmente no atual modelo tecnológico, o 3G, o segmento já lida com a expectativa da próxima geração, o 4G. O leilão para essa inovadora faixa, que deve arrecadar R$ 4 bilhões, ocorrerá no próximo mês. A principal promessa é de uma velocidade até dez vezes superior à da geração anterior. Até 2014, a ideia é que todas as cidades que serão sedes da Copa do Mundo de futebol já contem com a cobertura 4G.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134224


Fixo tem mercado acirrado no CE

Além de oferecer o serviço de ligações, as empresas que operam no Estado têm investido em internet residencial
Enquanto a telefonia móvel se expande desenfreadamente, a fixa tem perdido espaço, fenômeno que já ocorre há alguns anos em países como os Estados Unidos. O número de linhas individuais caiu cerca de 11% nos últimos cinco anos no Ceará. De acordo com a Anatel, havia 549 mil acessos em funcionamento no mês de março último, contra 619 mil em 2007. Na média nacional, eram 35 milhões de linhas funcionando há cinco anos, e pouco mais de 30 milhões atualmente.

Mas esse mercado ainda é forte e, com a chegada da GVT ao Estado, em 2010, está mais acirrado do que nunca. A Anatel não divulga dados por unidades da federação, mas, no Brasil, o domínio das maiores diminuiu, ainda que de modo lento, nos últimos anos. Em 2006, quase 96% da telefonia fixa do País eram concentrados em três operadoras (OI, Telefônica e Embratel). Em 2011, elas detinham 89% de market-share. Na chamada Região 1, da qual o Ceará faz parte, a GVT passou de 0,12% em 2006 para 5,05% em 2011.

Além de oferecer o serviço de ligações do fixo, as empresas que operam no Estado (OI, GVT e NET) têm investido em vendas casadas, principalmente focando na internet residencial, para ganhar os clientes. Os planos contemplam milhares de minutos para ligar, internet com variadas velocidades e ainda televisão por assinatura.

PreferênciaApesar de possuir celular, a aposentada Zeneida Nóbrega não abre mão do telefone residencial, mesmo reconhecendo que o tipo de tecnologia tende a ser ultrapassado. Ela conversa, diariamente, por cerca de duas horas com familiares.

"Como na minha época só existia o fixo, eu sou mais acostumada a conversar com esse tipo de telefone. Também acho maior e mais cômodo para segurar. Mas, hoje, acredito que o telefone fixo está ultrapassado se comparado aos serviços que um celular disponibiliza", opina.

Conforme a Anatel, mesmo com a redução no número de linhas fixas, o Ceará chegou à universalização, ou seja, todos os 184 municípios do Estado contam com esse serviço de comunicação. Incluindo-se telefones fixos que não estão em funcionamento e ainda orelhões, há 891 mil acessos fixos no território cearense.

Mais qualidadeZeneida destaca a qualidade da ligação do telefone residencial em comparação com o móvel como uma das vantagens do serviço fixo. "Com certeza, o fixo tem uma qualidade melhor. Acho o aparelho maior do que o celular, então, acabo escutando com mais nitidez. Além disso, o celular também depende muito da sua operadora e do sinal", afirma a aposentada.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1134241


Anatel aprova revisão de regras sobre compartilhamento de redes

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a revisão do regulamento sobre o compartilhamento, por empresas do setor, de infraestrutura para prestação de serviço de telefonia fixa e internet, a chamada Exploração Industrial de Linha Dedicada (EILD).

O mecanismo é usado quando uma empresa menor quer alugar espaço na infraestrutura de outra, maior, para prestação de serviço em uma área onde ela não possui os equipamentos necessários.

As empresas que concentram esse tipo de rede em uma determinada região - consideradas pela Anatel como detentoras de poder de mercado significativo -, são obrigadas a ceder espaço para a entrada de menores. A medida visa aumentar a competição no setor.

A revisão aprovada pelo conselho diretor da Anatel em reunião nesta quinta-feira (3), define de maneira mais detalhada o chamado EILD padrão (que tem aluguel mais barato) e o EILD especial, que exige investimentos da empresa que está cedendo a rede e, por isso, tem aluguel de rede mais caro.

De acordo com a relatora do processo de revisão do regulamento, conselheira Emília Ribeiro, as empresas donas de infraestrutura se aproveitavam da falta de clareza da regra antiga para cobrar o aluguel mais caro de suas concorrentes menores. Isso também gerou um grande número de reclamações na Anatel.

“Hoje existe, de fato, uma cobrança extra dentro dessa infraestrutura. É uma gordura que a gente quer cortar”, disse a conselheira. As novas regras passam a valer dentro de 120 dias.

Na avaliação dela, a revisão do regulamento deve levar a uma redução de cerca de 30% no custo do aluguel de infraestrutura pelas empresas menores. Os serviços de telefonia fixa e internet também podem ficar mais baratos devido a uma maior competição no setor, disse a conselheira.

Fonte: http://180graus.com/geral/anatel-aprova-revisao-de-regras-sobre-compartilhamento-de-redes-521733.html


domingo, 6 de maio de 2012

Mais telefone do que gente

Com a privatização, em 1998, o Brasil deixou de ser um país no qual o telefone era privilégio de poucos. Com investimentos de mais de R$ 235 bilhões, desde então, o País já é o sexto mercado de telecomunicações do mundo

Nos anos 1990, a Bolsa do Telefone, de São Paulo, chegou a ser uma das empresas mais prósperas do País. Criada por um ex-executivo do mercado financeiro, essa companhia faturava alto negociando linhas telefônicas no mercado paralelo. A bolsa, que chegou a figurar entre as 500 maiores companhias nacionais, sobreviveu até a privatização, em 1998. Depois que o preço do telefone começou a despencar e as filas de espera por uma linha deixaram de existir, ela perdeu o sentido e fechou as portas. O Brasil, ao mesmo tempo, saía do atraso e inaugurava uma nova era. Em 2010, segundo dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT), o Brasil tinha o sexto maior plantel de telefones do mundo, com 42 milhões de fixos e 202 milhões de celulares.

Em março deste ano, enquanto o número de fixos permanecia praticamente estável, o de celulares já estava em 250 milhões, muito acima da população brasileira. A privatização trouxe um elemento novo para o mercado: a concorrência. Na telefonia fixa, o território foi dividido em três. Para cada região foi criada uma operadora-espelho para concorrer com a principal – a GVT, espelho da Brasil Telecom, e hoje controlada pela francesa Vivendi, foi a única que deu certo. Além delas, havia a Embratel, para ligações internacionais. Na telefonia celular, a ideia era que houvesse dois concorrentes por Estado. Aqui, a competição ficou realmente feroz. “Hoje, todas operam em igualdade de condições”, diz Juarez Quadros, ex-ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso e sócio da Orion Consultores Associados.

Nenhuma operadora detém mais do que 30% de mercado, que é liderado pela Vivo, controlada desde 2011 pela espanhola Telefônica, seguida pela italiana TIM, pela mexicana Claro, do bilionário Carlos Slim, e pela brasileira Oi. Com a competição mais acirrada, os preços caíram e a qualidade dos serviços melhorou – embora ela ainda seja um dos nós da telefonia. Para participar do jogo, as operadoras foram obrigadas a investir para garantir a cobertura de norte a sul do País. A própria concorrência também obrigou as empresas a colocar a mão no bolso para não perder clientes. Entre 1998 e 2010, as operadoras investiram R$ 235 bilhões, o que dá uma média de R$ 18 bilhões por ano. É um valor seis vezes maior que os R$ 3 bilhões anuais aplicados no período anterior, entre 1972, ano da criação da Telebrás, e a privatização.

No ano passado, as operadoras investiram entre 18% e 20% da sua receita líquida, segundo levantamento feito pelo ex-ministro. A exceção foi a GVT, que investiu quase metade do que faturou. Uma das operadoras que mais crescem no País, a companhia controlada pela Vivendi possui uma carteira de clientes diferente das concorrentes. A grande maioria deles (mais de 90%) usa banda larga – e com velocidade acima de 10 MB. “Como tem uma vantagem tecnológica muito expressiva, ela está tomando clientes das outras operadoras”, diz Quadros. “Competir hoje é tirar clientes dos outros. E esse é um dos pilares da revolução na telefonia.” Para Luis Minoru Shibata, diretor da consultoria PromonLogicalis, essa guerra por clientes aumentou com a portabilidade. “A competição ficou ainda mais acirrada depois de 2008”, afirma Shibata. “Você pode mudar de operadora sem ter de trocar o número.”

Segundo ele, a portabilidade teve como subproduto uma sensível melhora na qualidade no atendimento. “Ninguém queria perder cliente.” Com o número de novas linhas móveis batendo recordes mês a mês e os modelos dos aparelhos cada vez mais sofisticados, permitindo acesso à internet, a demanda tornou-se explosiva no País. “Se você olhar para os terminais que estão lançando hoje (tablets, smartphones, tevês), eles vão exigir cada vez mais infraestrutura de telecomunicações”, diz Shibata. “As linhas vão começar a conectar não só pessoas, mas também coisas.” O maior problema está na banda larga. “A demanda é explosiva e a rede está sendo construída agora. Antes o sujeito ficava feliz com uma velocidade de 64 kbps. Hoje, um mega é pouco”, diz Eduardo Tude, diretor da consultoria Teleco.

As empresas não precisam só melhorar as estradas, mas também ampliá-las para suportar esse novo tráfego de voz e, principalmente, de dados. Até 2014, a Vivo, por exemplo, prevê investir R$ 24,3 bilhões na sua operação, mais de 50% do desembolsado nos quatro anos anteriores. A vice-líder TIM e a Oi, quarta do ranking, separaram quantias semelhantes para bancar sua expansão até a metade da década. O crescimento rápido também trouxe um problema: a má qualidade dos serviços. “Os dados caem toda hora, a voz picota”, critica Herberto Yamamuro, presidente da NEC do Brasil, uma das maiores fornecedoras de equipamentos para o setor. “Eu às vezes recebo SMS com três dias de atraso.” A questão, agora, não é mais quantidade. As redes precisam avançar na mesma medida dos aparelhos. O Brasil tem de se preparar para esse novo mundo.
Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/83147_MAIS+TELEFONE+DO+QUE+GENTE